Divaldo Lara recuperou o aterro sanitário de Bagé, que estava interditado havia anos por problemas estruturais e por uma notificação da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) por crime ambiental, registrada em 2016. Em maio de 2017, o Governo Municipal realizou o fechamento da quinta célula do aterro, cumprindo as exigências ambientais deixadas pela gestão anterior.
Na sequência, a Fepam concedeu ao município uma licença que permitiu o retorno das operações no local e a construção da sexta célula, viabilizada pela extração de argila de uma área próxima, com cerca de sete metros de profundidade — solução que garantiu capacidade de armazenamento de lixo para os próximos 15 anos. Com a liberação, Divaldo Lara encerrou o envio dos resíduos sólidos de Bagé para Candiota, uma economia estimada em cerca de R$ 5 milhões por ano aos cofres públicos.
Antes da regularização, o transporte do lixo para Candiota custava R$ 400 mil a mais por mês ao município, e a situação em que o aterro foi encontrado gerou uma multa por crime ambiental estimada em R$ 1,2 milhão. Divaldo Lara também zerou as multas ambientais de Bagé: desde o início de sua gestão, o município não registra novas sanções dos órgãos ambientais estaduais e federais, segundo o secretário do Meio Ambiente e Proteção ao Bioma Pampa (Semapa), Nael Abd Ali.
Um aterro sanitário regularizado, sem multas ambientais e com capacidade garantida para os próximos 15 anos — mais uma conquista de Divaldo Lara para o meio ambiente de Bagé.