Quando Divaldo Lara assumiu a prefeitura de Bagé em 2017, o Hospital Universitário URCAMP estava fechado. O governo anterior se esquivava de qualquer responsabilidade, amparando-se no argumento de que a obrigação da prefeitura se limitava à atenção básica de saúde. Para eles, aquele hospital não era problema da prefeitura.
Para Divaldo Lara, era. Não por obrigação legal, mas pela convicção de que um hospital essencial para a população inteira é responsabilidade de qualquer gestor público comprometido com as pessoas.
A solução encontrada foi ao mesmo tempo simples e eficaz: ao constatar uma enorme fila reprimida de exames e serviços de saúde pelo SUS, firmou um convênio com o hospital para que ele fornecesse esses atendimentos à população. Com isso, duas urgências foram resolvidas de uma só vez — a demanda represada de exames foi rapidamente zerada, e o hospital passou a ter o fôlego financeiro necessário para reabrir, se reestruturar e voltar a funcionar. O sucesso da parceria foi registrado em uma placa na entrada do hospital, em memória do que aquela iniciativa representou para Bagé.
No mesmo hospital, Divaldo Lara colocou em funcionamento um tomógrafo que havia ficado encaixotado por 7 anos durante o governo anterior — sem jamais ter sido utilizado. Um equipamento que poderia ter salvo vidas durante todo esse tempo, esperando apenas a vontade política de agir.
➜ Saiba mais sobre o funcionamento do Tomógrafo no Hospital Universitário