O tomógrafo de Bagé era uma conquista antiga — fruto da Consulta Popular de 2009, quando a população votou pela aquisição do equipamento para o município. O aparelho chegou, mas ficou encaixotado por 7 anos num depósito próximo ao Hospital Universitário. Para entrar em funcionamento, bastaria a construção de uma sala adequada. Simples assim. O governo da época, no entanto, jamais levou o projeto adiante — e enquanto o tomógrafo só acumulava poeira na embalagem, pacientes de Bagé precisavam se deslocar para outros municípios para realizar exames que poderiam ter sido feitos ali mesmo.
Divaldo Lara não esperou. Conhecia essa pauta de perto — já a defendia desde os tempos em que foi vereador. Ao assumir a prefeitura em 2017, colocou o tomógrafo em funcionamento em apenas 4 meses de governo, zerou a fila de espera dos pacientes e devolveu à população de Bagé um direito que estava represado há quase uma década.
Sete anos de espera. Quatro meses para resolver.